Mostrar mensagens com a etiqueta bactéria. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bactéria. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Bactérias com 34 mil anos são reanimadas em experimento

Um complexo ecossistema de bactérias devoradoras de sal sobrevive há 34 mil anos em fluidos no interior de minerais de Death Valley e Saline Valley, no estado da Califórnia (EUA).
A halita, como se denomina o mineral formado por cristais de cloreto de sódio, tem sido o lar dessas bactérias, procariotas e eucariotas, durante dezenas de milhares de anos. A pesquisa consta na edição de janeiro da revista da Sociedade Geológica Americana, "GSA Today". 

De acordo com o principal autor do texto, o cientista Brian A. Schubert, do Departamento de Estudos Geológicos da Universidade do Estado de Nova York, as bactérias estavam vivas. Mas a vida delas era limitada à sobrevivência pois não usam energia para nadar nem se reproduzir. 

A base de sua sobrevivência é um organismo unicelular, chamado alga Dunaliella, presente em muitos sistemas salinos. Esse organismo produz carvão e outros metabolitos que servem de sustento às bactérias. 

Assim, os organismos podem sobreviver, durante períodos imprevisíveis, flutuando em fluidos no interior dos minerais. 

"A parte mais emocionante (da pesquisa) foi quando pudemos identificar as células de Dunaliella nos cristais, porque eram indícios de que poderia haver uma fonte de alimento", explicou Schubert ao site Our Amazing World. 

O rápido crescimento dos cristais de sal, que envolvem todos os fluidos em pequenas bolhas de ar protegidas em seu interior, é outra das razões da surpreendente longevidade das bactérias, aponta o estudo. 

Texto daptado de:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia

sábado, 4 de dezembro de 2010

Descoberta de bactéria sugere que base da vida pode ser variável Universo afora


 Entre tantas cenas memoráveis de "ET - O Extraterrestre", do velho Spielberg, há uma que comove os corações mais nerds: descobre-se que o pequeno alienígena tem DNA, mas com seis "letras" químicas, em vez de quatro, como ocorre na Terra.

A descoberta anunciada na quinta-feira pela Nasa talvez seja ainda mais radical que a do filme. Não é todo dia que um elemento químico antes barrado no seleto grupo de átomos cruciais para a vida acaba passando no teste --caso do "venenoso" arsênio. 


e fato, as implicações disso têm um quê de ficção científica --uma das especulações mais comuns entre os autores do ramo é que certos ETs tenham silício no lugar de carbono em suas moléculas. A grande questão é saber se a química da vida é contingente ou necessária.

Em termos menos filosóficos: se o DNA, as proteínas e outras moléculas biológicas são do jeito que são por causa da maneira particular, casual, pela qual a vida evoluiu por aqui ou se as características delas são essenciais para qualquer ser vivo, em qualquer canto do Universo.

No segundo caso, achar vida fora da Terra depende essencialmente de achar outras "Terras" pelo Cosmos. A lenga-lenga de sempre: planetas com água no estado líquido, atmosferas relativamente espessas, rochosos etc. Mas a bactéria do lago Mono pode indicar um Universo bem mais fértil do que se poderia esperar.

Afinal, se a química da vida terráquea é versátil a ponto de trocar um átomo dito essencial por um "primo" na tabela periódica, deixa de ser absurdo cogitar que outras situações como essa estejam acontecendo dentro ou fora do Sistema Solar.

Que tais coisas aconteçam neste planeta é um tributo a outra frase de Spielberg, em "Parque dos Dinossauros": "Life finds a way" ("a vida dá um jeito").

Texto adaptado de:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Alerta sobre infecções por microorganismos produtor de KPC (superbactéria).

Em função dos últimos registros no País de infecção hospitalar pela enzima Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) batizada de superbactéria, sem notificação de casos na Bahia para os órgãos competentes, a Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde, unidade da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), recomenda aos hospitais que intensifiquem a vigilância, instituam as medidas de prevenção e controle para redução máxima possível das infecções e notifiquem imediatamente os casos ao Núcleo Estadual de Controle de Infecção.

De acordo com diretora de Vigilância Sanitária, Ita de Cácia, a resistência bacteriana é um importante problema de saúde pública, frequente no ambiente hospitalar, não só no Brasil, mas no mundo. Nesse contexto, várias bactérias apresentam habilidade para desenvolver mecanismos de resistência, destacando-se as Enterobacteriaceae.
Nesta família de microrganismos pode haver a produção de uma enzima KPC, um mecanismo emergente de resistência da Klebsiella pneumoniae e também de outros microrganismos, a exemplo da E. Coli, Enterobacter, e que podem causar infecções no trato urinário, respiratório e na corrente sanguínea.
A Sesab recomenda uma vigilância constante pelas Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIHs), a fim de limitar sua disseminação porque a detecção da KPC confere resistência aos antimicrobianos carbapenêmicos, além de inativar penicilinas, cefalosporinas e monobactâmicos.
A secretaria também orienta aos profissionais de saúde a intensificar medidas como a higienização das mãos, as precauções de contato para casos suspeitos ou confirmados de qualquer microrganismo multirresistente, sobretudo por KPC, o uso racional de antimicrobiano, a investigação de casos suspeitos, principalmente avaliação de pacientes transferidos de outro hospital, e a vigilância microbiológica dos casos de infecção hospitalar, sempre que indicado. 

Texto adaptado de: http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias

domingo, 19 de setembro de 2010

Bactéria é usada para combater mau cheiro na Oktoberfest deste ano.

Organizadores da Oktoberfest, em Munique, na Alemanha, decidiram testar o uso de uma bactéria para combater o mau cheiro.

A partir de 2011, fumar vai ser proibido no famoso festival. Sem o cheiro do tabaco para disfarçar, há o temor de que o fedor de cerveja velha, restos de comida e banheiros portáteis tornem o ambiente insuportável.

Em julho de 2010, eleitores na Bavária votaram em favor da
proibição do fumo no Estado. A medida entrou em vigor em agosto.

Funcionários da Oktoberfest já vão começar a usar este ano uma solução contendo uma bactéria especial, Elbomex, que será espalhada no chão e nos corredores entre as mesas e os banheiros.

Mais de 6.000.000 de litros de cerveja devem ser bebidos durante o evento deste ano.

'Mau cheiro'

O produto Elbomex é fabricado por uma empresa da Bavária que vende lava-louças comerciais.

Originalmente, o produto era descrito como algo para renovar o solo, mas também serviria para encobrir o mau cheiro vindo de centros de tratamento de esgoto e estábulos, por exemplo.

Agora, os organizadores do festival esperam que o Elbomex também sirva para refrescar o ambiente da Oktoberfest, permitindo que os frequentadores continuem bebendo muita cerveja nas tradicionais canecas de um litro.

A exceção foi a Oktoberfest, que tem até 2011 para se adaptar. O festival deste ano vai até o dia 4 de outubro.

Texto adaptado de: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/09/100918_oktoberfestcheiro_is.shtml