quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Novas rãs são encontradas em Madagáscar; veja fotos


Fotos de novas espécies de rãs que vivem em Madagáscar foram divulgadas nesta terça-feira pela Universidade Técnica de Brunswick (Alemanha).
A descoberta é do especialista em anfíbios Miguel Vences que, com outro colega, tem um histórico de ter encontrado uma centena de novos tipos.
A universidade divulgou duas fotos. A da rã da espécie Boophis sandrae e de outra da Boophis Tsilomaro. 
Rã da espécie "Boophis sandrae"

Rã da espécie "Boophis Tsilomaro"

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Bactérias com 34 mil anos são reanimadas em experimento

Um complexo ecossistema de bactérias devoradoras de sal sobrevive há 34 mil anos em fluidos no interior de minerais de Death Valley e Saline Valley, no estado da Califórnia (EUA).
A halita, como se denomina o mineral formado por cristais de cloreto de sódio, tem sido o lar dessas bactérias, procariotas e eucariotas, durante dezenas de milhares de anos. A pesquisa consta na edição de janeiro da revista da Sociedade Geológica Americana, "GSA Today". 

De acordo com o principal autor do texto, o cientista Brian A. Schubert, do Departamento de Estudos Geológicos da Universidade do Estado de Nova York, as bactérias estavam vivas. Mas a vida delas era limitada à sobrevivência pois não usam energia para nadar nem se reproduzir. 

A base de sua sobrevivência é um organismo unicelular, chamado alga Dunaliella, presente em muitos sistemas salinos. Esse organismo produz carvão e outros metabolitos que servem de sustento às bactérias. 

Assim, os organismos podem sobreviver, durante períodos imprevisíveis, flutuando em fluidos no interior dos minerais. 

"A parte mais emocionante (da pesquisa) foi quando pudemos identificar as células de Dunaliella nos cristais, porque eram indícios de que poderia haver uma fonte de alimento", explicou Schubert ao site Our Amazing World. 

O rápido crescimento dos cristais de sal, que envolvem todos os fluidos em pequenas bolhas de ar protegidas em seu interior, é outra das razões da surpreendente longevidade das bactérias, aponta o estudo. 

Texto daptado de:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Paleontólogos acham pequeno dino chifrudo na Coreia do Sul

O fóssil de um novo tipo de dinossauro minúsculo, com pequenos chifres, foi encontrado na Coreia do Sul. É o primeiro desse tipo na área, onde tais descobertas são raras, segundo cientistas. O animal foi batizado com o nome latino de Koreaceratops hwaseongensis. 

O achado está ajudando pesquisadores a resolver o mistério de como dinossauros com chifres evoluíram de pequenas criaturas da Ásia para grandes dinossauros, como os Triceratops, que andavam pela América do Norte. 

"Fósseis de dinossauros não têm sido facilmente encontrados nessa região, embora evidências de ovos e pegadas de dinossauros ocorram mais frequentemente", disse Michael Ryan, curador e diretor de paleontologia de vertebrados no Museu de História Natural de Cleveland e coautor da pesquisa. Segundo ele, a espécie é significativa porque preenche um intervalo de 20 milhões de anos entre a origem desses dinossauros na Ásia e sua primeira aparição na América do Norte. 

Cientistas da Coreia do Sul, dos Estados Unidos e do Japão acreditam que o animal tenha vivido há cerca de 103 milhões de anos atrás. O Koreaceratops tinha cerca de 1,67 m de altura e pesava entre 27 kg e 45 kg. A espécie era bem menor do que o gigante Triceratops, que perambulava pela América do Norte e pesava 5,9 toneladas. 

A criatura tinha um bico similar ao de um papagaio em uma mandíbula com muitos dentes. O animal também possuía uma cauda longa que pode tê-lo ajudado a nadar. "Eles podem ter usado a cauda também para reconhecimento de espécies ou seleção sexual", acrescentou Ryan. 

Segundo Ryan, os animais chegaram da América do Norte à Ásia através de uma longa e lenta caminhada.

 Texto adaptado de:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/